quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

The Dark Side Of The Moon - A trilha sonora do "Mágico de Oz"

 Ontem fui ao Sesc assistir um filme infantil épico: O Mágico de Oz. Só que o filme estava com uma nova trilha sonora remasterizada e remixada. Eu diria remixada até demais. A verdade é que ao invés das músicas infantis que os personagens cantam no filme, a nova trilha era o álbum (também épico) The Dark Side Of The Moon do Pink Floyd. Apesar de eu ser fã dos Beatles e dos Gorillaz, eu achei a ideia bem interessante.
 Tudo começou nos anos 90 quando alguns fãs do Pink Floyd perceberam que existia uma sincronia entre o álbum e o filme. Daí a moda pegou. Todo mundo quis saber como era essa sincronia. Pessoas no mundo inteiro rodou o filme junto com o álbum para confirmar se era verdade ou farsa.
 Em uma entrevista, os integrantes da banda disseram que eles não tiveram nenhuma intenção de gravar o álbum de acordo com o filme.
 A primeira e a sétima arte sempre andaram de mãos dadas, mas nunca foram tão unidas como o The Dark Side e o Oz. Com vocês... The Dark Side Of The Oz, ou se preferirem, The Dark Side Of The Rainbow. Mas antes de começar o filme, vale lembrar que a capa do álbum tem um prisma triangular. Isso seria a passagem da luz sem cor através do prisma. Quando a luz sem cor passa pelo prisma, ela fica colorida.


 Antigamente no LP de vinil existia o lado A e o lado B. A luz sem cor representa o lado A e a colorida o lado B. No filme isso também acontece e, quando Dorothy entra para o mundo colorido, a música "Money" que é a primeira do lado B, começa a tocar. Agora sem mais delongas vamos para o filme: http://vimeo.com/37805814

Tudo bem que o filme só vai até os 43 minutos. Mas aí, você teria que colocar o álbum de novo para tocar e aí você iria perceber outras referências no filme. Por exemplo: na primeira parte, a música "Money" faz referência à Dorothy ao entrar na carruagem dos Munchkins e já na segunda parte, ao ser rodado o disco uma segunda vez, a mesma música faz referência ao leão ao cantar uma música que diz que ele quer ser o rei da floresta e que quer ter servos que dará tudo pra ele.

É isso aí pessoal, se vocês gostaram, comentem e muito obrigado por ter acompanhado a postagem até aqui.






quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Seu filho de uma... (ATENÇÃO: CRÔNICA EXPLICITA)

 Há tantas profissões por aí, mas escolheram justo a coitada da prostituta. Quando as pessoas xingam, elas não dizem: "seu filho da médica"ou "seu filho da cineasta", não! Eles falam puta. Se bem que tem gente que diz "seu filho da pulícia". Que eu saiba pulícia não é profissão, mas polícia sim.
 Se não for pela profissão, que tal a nacionalidade? "Seu filho de um italiano". Sim, "de um italiano" e não "de uma italiana", porque já que o filho do italiano recebe só o sobrenome do pai... O meu pai tem uma teoria para isso: quando o italiano se masturba, o gozo cai na terra e dali, nasce o filho do italiano. É por isso que ele recebe só o sobrenome do pai e não da mãe.

(Por favor, não façam polêmica com essa crônica, pois eu estou apenas sendo irônico).

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

No trabalho

 Eu não entendo porque existe tanta gente preguiçosa se trabalhar é tão bom. E é até melhor do que estudar, pois trabalho se escolhe e estudo não. Permitam-me contar uma história:

 Em uma empresa onde rondava vários papéis e um monte de coisa da parte burocrática, ninguém queria fazer nada. Quando o chefe mandava um funcionário assinar os relatórios, ele passava o serviço para outro colega que passava para outro que passava para outro e outro e outro e mais outro... e assim ia indo até chegar nas mãos do último funcionário da empresa. Este, era obrigado a assinar. Era ele que fazia todo o trabalho de todos os funcionários.
 Mas um dia, o chefe descobriu tudo e concluiu ainda que o problema era a internet. Segundo ele, os funcionários não faziam o trabalho por causa que eles ficavam acessando as redes sociais. Mandou bloquear todos os sites de redes sociais e de relacionamento. Mesmo assim o problema continuou. Então não era as redes sociais, mas sim, a preguiça. É isso! Os funcionários eram preguiçosos por natureza. Só um funcionário se dedicava: aquele que fazia todo o trabalho, claro. O nome dele era Roberto. Roberto não era um rapaz individualista, pois pensava nos outros também. Percebendo essa característica em Roberto, Carlos, o chefe da empresa o chamou para uma conversa.
 - Gosto de você, Roberto, é um rapaz dedicado e pensa nos outros. - Disse Carlos. - Mas entenda uma coisa: cada um tem o seu papel nesta empresa. Não seja quem você não é. Não faça os serviços que não é de sua responsabilidade. Cada um deve fazer o seu.
 - E como é que fica os outros então? - Perguntou Roberto.
 - Simples, - Respondeu Carlos. - É só despedir os funcionários que não fazem nada.
 - Mas chefe, aí vai sobrar só eu nesta empresa.
 - E?...
 - E daí é que ela vai à falência.
 - Não vai não, pois você fará tudo aqui.
 - Até as coisas do laboratório?
 - Até as coisas do laboratório.
 - Mas chefe, eu não sei mexer com essas coisas.
 - É verdade. O que vamos fazer então? O Seu José também é um que faz tudo. Ele adora fazer experiências. Já sei! só fica você e ele. Pronto!
 - Não dá.
 - Como não dá?
 - E a Dona Ana, bióloga?
 - É verdade.
 - E o Seu Marcio, a Dona Maria, o Seu Luís, o Seu Costa, o Eduardo, o Danilo, o Henrique, o Seu Afonso... como fica?
 - É verdade, como fica?
 - Então?
 - Vou despedir só as pessoas que não fazem nada, como eu já havia lhe dito.
 - Não dá.
 - Como assim não dá?
 - Pediram a conta.
 - Pediram a conta?
 - Sim, achavam que o senhor exigia demais.
 - Vamos à falência!
 - Ãn?
 - Em quem eu vou mandar assinar os relatórios?
 - Eu?
 - Não, precisa das pessoas que não fazem nada. Sem elas aqui, quem é que vai recusar a assinar os relatórios e mandar você fazer tudo?

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Propaganda

 Existe a propaganda boa e a ruim. Existe a ruim verdadeira (que é rara de se ver por aí) e a boa falsa (a mais comum). Como a boa falsa é muito comum, é por ela que vamos começar. Primeiramente, caro leitor desta crônica, quero que você imagine o seguinte: uma propaganda de carro em que as ruas estão vazias e ele corre a 800 por hora. Por onde ele passa, as folhas se levantam e a todo momento vão sendo mostradas cenas do carro no seu interior e exterior. Quando a cena mostra o seu interior, sempre aparece escrito alguma coisa do tipo "marcha automática"ou "mais conforto nos bancos" ou "mais leveza e facilidade no volante". E quando é mostrado o seu exterior, a maioria das vezes aparece o carro correndo em ruas desertas e folhas sendo levantadas para todos os lados. Essa é a propaganda que eu chamo de boa falsa.
 Agora vamos falar da ruim verdadeira (no início da crônica, eu disse que esse gênero de propaganda é raro, mas na verdade ele não existe). Seria mais ou menos algo do tipo: a mesma propaganda desse carro que foi citado anteriormente, só que com algumas alterações:

Tempo: chuvoso.
Estado de tráfego: 100,001% (congestionamento)
Folhas sendo levantadas: 0%
Brilho do carro: 1%

 Isso é que eu chamo de propaganda sincera!

 Agora vamos falar das propagandas de cerveja. A maioria aparece mulher pelada. E você pede uma bem gelada no bar achando que vai ser servido por uma mulher de biquíni. Ora essa! Quer dizer que se você comprar Friboi, o Tony Ramos vai aparecer do seu lado e dizer: "boa escolha, meu amigo!"

PS: Se você estiver num futuro próximo e estiver lendo esta crônica, então entenda: só os antigos do ano de 2013 entenderão (isso se até um futuro próximo a Friboi continuar existindo (e o Tony Ramos também)).

A minha música favorita do Gorillaz